Viagens

Meu roteiro na cidade luz: 4 dias em Paris

| 6 de junho de 2019

Paris é uma cidade apaixonante. Lembro que a primeira vez que estive lá foi a realização de um sonho. Me senti dentro de um filme ao andar pelas ruas com os clássicos bistrôs e prédios baixos. Voltar para a cidade mais de quatro anos depois trouxe a mesma sensação de felicidade… Acho que é um dos lugares mais especiais do mundo!

Nessa passagem por Paris, tivemos quase quatro dias para percorrer as atrações turísticas mais interessantes da cidade. Foi o suficiente, mas é o que sempre digo quando compartilho qualquer roteiro por aqui: sempre há mais coisas a se fazer em qualquer lugar! Tem um roteiro estendido? Então complemente os passeios mais básicos com outros mais diferentões na cidade luz e até mesmo nas redondezas. Mas, se o tempo for curto como o nosso, aqui você encontra o principal e indispensável de Paris. Voilà!

DIA 1

Eu poderia passar dias e mais dias descobrindo o Palácio de Versailles. Que lugar incrível! Ele fica a aproximadamente uma hora da capital francesa e o trajeto pode ser feito de carro, ônibus ou trem. Essa foi a primeira atração que conferimos ao chegar na França, pois viajamos a manhã toda e tínhamos apenas a tarde para passear. Deu certinho, porque é preciso de ao menos meio dia para conhecer o local e incluir o tempo de deslocamento (por isso disse que são quase quatro dias hehe).

O Palácio de Versailles foi lar da monarquia durante os anos de ouro. Foi construído a mando de Luis XIV, o Rei-Sol, que levou a corte e mais 6 mil integrantes para morar no castelo – considerado um dos maiores do mundo! Além do palácio, a visita também contempla os famosos jardins, que se estendem por muitos quilômetros.

A entrada sai por 20 euros, mas menores de 18 anos e europeus menores de 26 anos não pagam.

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DIA 2

Datada do início do século 12, a Catedral de Notre-Dame de Paris é uma construção gótica localizada na Île de la Cité, pequena ilha no Rio Sena. Com sua arquitetura imponente, foi palco da coroação de Napoleão Bonaparte como imperador da França e ficou amplamente conhecida pelo clássico O Corcunda de Notre-Dame, obra de 1831 do escritor francês Victor Hugo.

Em abril de 2019, poucos meses após nossa visita, a catedral foi atingida por um incêndio devastador, em que estruturas foram derrubadas e obras destruídas pelo fogo. Por conta disso, acredito que as visitas fiquem comprometidas por um tempo, mas ainda vale registrar nossa experiência no local. Além de visitar o seu interior, é possível fazer um passeio pelo topo da igreja, que custa 10 euros. A vista é linda e tirei uma das fotos mais incríveis da minha vida! Sem dúvidas é uma atração a se incluir no roteiro, mesmo que ainda esteja fechada por conta do incêndio e reformas.

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De acordo com o dicionário grego, panteão significa o conjunto de deuses de determinada religião. Atualmente, utiliza-se esse nome para descrever um local que abriga os restos mortais de pessoas notáveis. Já conhecemos o panteão de Roma (clique aqui para relembrar o post) e agora fomos ao de Paris. 

O monumento fica no 5º arrondissement, próximo à Universidade de Sorbonne e ao Jardin du Luxembourg. A construção foi concluída em 1790 e, desde então, serve como um espaço de homenagem à artistas, escritores e figuras importantes da França. Jean-Jacques Rousseau, Victor Hugo, Alexandre Dumas e René Descartes são algumas personalidades enterradas no local. Além das criptas, o Panthéon de Paris também é muito conhecido por hospedar o pêndulo de Foucault, que demonstra a rotação da Terra. O dispositivo fica pendurado por uma corda e nunca para de se mover. A entrada para o Panthéon custa 9 euros.

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O Museu D’Orsay logo impressiona pela arquitetura. O edifício foi uma estação ferroviária por 39 anos, posteriormente dando lugar a um museu de obras de arte inaugurado em 1986. Sua marca registrada é o grande relógio no átrio principal, preservado desde o início do século 20. Entre os artistas que ganharam exposições no local, destacam-se pintores e escultores impressionistas, como Claude Monet, Edgar Degas, Pierre-Auguste Renoir e muitos outros.

A entrada para o museu custa 15 euros para adultos.

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DIA 3

O Louvre é uma atração turística tão indispensável que, se eu visitasse Paris todos os anos, sempre faria questão de passar algumas horinhas por lá. Ele não só é um monumento histórico, mas também o maior museu de arte do mundo! O palácio que abriga o museu foi construído inicialmente para ser uma fortaleza nos séculos 12 e 13, sendo em seguida usufruído como residência dos reis franceses. Foi apenas em 1793, a mando do rei Luis XIV, que passou a expôr pinturas do acervo real e da Igreja. Em contraposição às construções centenárias, as modernas pirâmides do Louvre também chamam atenção. Elas foram projetadas pelo arquiteto I.M.Pei e concluídas em 1993.

Muito além da Monalisa, o Louvre é berço de obras conhecidíssimas ao redor do mundo. Por lá, encontra-se A Liberdade Guiando o Povo, pintura de Delacroix, e a escultura Venus de Milo, da Antiga Grécia. O ingresso para acessar o museu sai por 17 euros.

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O Arco do Triunfo foi inaugurado em 1836 como uma homenagem às vitórias de Napoleão Bonaparte. Ele fica bem em frente à Champs-Élysées, a avenida mais famosa de Paris. Do topo, temos uma vista privilegiada da cidade. Vale cada degrau! A entrada sai por 12 euros.

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Visitar a Basílica de SacreCoeur e passear pela região de Montmartre me transportou para a Paris da década de 1920. Meu conselho é que você vá no fim da tarde (o pôr-do-sol ali é surreal!) e jante em algum dos bistrôs que têm por lá. A basílica do início do século 20 fica no ponto mais alto da cidade e tem entrada gratuita. Já o bairro de Montmartre ficou conhecido pelos cabarés, como o famosíssimo Moulin Rouge, e é considerada a região mais noturna de Paris. Além disso, também foi berço de encontros artísticos entre pintores como Monet, Van Gogh, Renoir e Toulouse-Lautrec. Até hoje é possível encontrar artistas de rua pelo local, oferencendo caricaturas feitas na hora e quadros que expõem a beleza da cidade. 

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DIA 4

O maior símbolo de Paris é a Torre Eiffel, fato! A torre de ferro foi inaugurada em 1889 com o objetivo de ser temporária, mas decidiram mantê-la por ser um ponto alto ótimo para transmissões de rádio. Impossível visitar a cidade e nem ao menos vê-la, mas saiba que, se você não fizer questão, não há a menor necessidade de pagar para subir na torre. Explico: a vista de cima é linda, mas não é imperdível. Eu fui apenas na primeira vez que estive na cidade e, dessa vez, optamos por não subir. Acho mais interessante, por exemplo, pagar para subir os (intermináveis) degraus da Notre Dame, que garantem uma foto maravilhosa de Paris com a Torre Eiffel ao fundo! Lembrando que essa é apenas uma sugestão; se você tiver tempo e verba para esse passeio, se joga! O ingresso sai por 16 euros até o segundo andar da torre via elevador (de escadas, há uma economia de 6 euros!).

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Lembram das aulas de história em que aprendemos sobre o glorioso império de Napoleão Bonaparte? O imperador quis levar todo esse triunfo até mesmo ao seu túmulo, que fica no Hôtel des Invalides, o museu do exército francês. Seus restos mortais foram alocados na parte inferior de um vão, de forma que os visitantes abaixem a cabeça e “prestem referência” ao olhar para o túmulo. A entrada para o museu e outras instalações do local sai por 12 euros.

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O Museu Rodin foi inaugurado em 1919, após o escultor Auguste Rodin doar suas obras ao governo francês e pedir para que o Hôtel Biron, onde morava, fosse transformado em um museu. A partir de então, a charmosa mansão do século 18, assim como os jardins, receberam as obras mais famosas de Rodin, como O BeijoO Pensador e a Porta do InfernoA entrada para conhecer as instalações custa 13 euros.

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Paris ficou ainda mais especial depois dessa visita! É o tipo de cidade que você pode ir várias e várias vezes, mas sempre haverá algum cantinho novo para descobrir. Mal vejo a hora de voltar!

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Gastronomia | Viagens

Onde comer em Londres

| 5 de março de 2019

Nossa passagem por Londres resultou em comidas deliciosas para desmistificar a história de que a gastronomia inglesa não é boa! Aqui, separei quatro opções com preços razoáveis e que eu amei conhecer.

Clique aqui e veja nosso roteiro de 3 dias por Londres!

Já tinha visto várias indicações do Coppa Club e tivemos a sorte de ter um pertinho do nosso hotel! Fizemos nosso jantar de ano novo lá e estava tudo bem gostoso. Meu pai, minha mãe e meu irmão pegaram massas (+/- 12 libras); eu optei por uma pizza margherita (£8). De sobremesa, pegamos pecan pie (£7) e pavlova (£6) para dividir. 

www.coppaclub.co.uk

O Henry’s Cafe & Bar foi uma surpresa super positiva. Tinha tudo pra ser aqueles restaurantes “pega turista”, porque é bem localizado (fica em frente ao Green Park) e meio chiquezinho, mas estava tudo ótimo e o preço era bom. Escolhemos a lasanha à bolonhesa (£10) e um prato com salsicha, purê de batata e legumes (£9).

www.henryscafebar.co.uk

Outro restaurante que nos surpreendeu foi o Southwark Tavern. Estávamos passeando pela região do Borough Market, próximo à London Bridge,  e achamos esse restaurante, que mais parece um pub inglês. Comemos fish&chips por £12 (é a foto de abertura do post), steak por £15 e uma torta de carne por £12.

www.thesouthwarktavern.co.uk

Fomos ao Vapiano por indicação de uma amiga da minha mãe. É uma rede de comida italiana que tem filiais por todo o mundo, inclusive no Brasil! Você faz o pedido no balcão e retira por lá mesmo, no estilo fast food – mas de fast não tem nada, porque o preparo é super cuidadoso! Comemos massas deliciosas e com um preço ótimo – o pesto basílico, por exemplo, estava maravilhoso e foi £8!

www.vapiano.com

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Viagens

Londres em 3 dias: o que fazer?

| 17 de fevereiro de 2019

Londres é uma metrópole com lugares incríveis para conhecer. Minha primeira vez na cidade foi em 2014, quando fiz intercâmbio na Inglaterra, mas confesso que tive poucas oportunidades para passear de fato por lá. De volta quatro anos depois, pude conhecer pontos turísticos que ainda não tinha ido e turistar de verdade na capital inglesa! Confira abaixo meu roteiro de três dias por Londres.

Clique aqui e saiba onde comer em Londres!

DIA 1

A St. Paul Cathedral é magnífica. Chegamos em Londres a noite e vê-la iluminada foi realmente lindo. De dia, a beleza é tão incrível quanto! A construção foi iniciada no século 7 e terminou apenas em 1677 – quase mil anos em constantes reformas! Em 1981, foi palco de um dos casamentos mais famosos da história: Lady Diana e o príncipe Charles oficializaram a união na catedral que hoje é considerada a segunda maior do mundo, ficando atrás apenas da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

É possível conhecer o interior da catedral e subir até a cúpula. A entrada sai por 18 libras e você encontra mais detalhes no site oficial: www.stpauls.co.uk.

O Hyde Park é o parque mais conhecido de Londres – e talvez do Reino Unido inteiro! É incrivelmente grande e abriga restaurantes, cafés, clube de tênis, boliche e até cavalos para prática de hipismo! Já foi palco (literalmente) de grandes shows, como Green Day, Rolling Stones e Madonna.

No verão, o parque é delicioso para aproveitar a natureza. Há também atividades no lago Serpentine, que cruza o parque todo. Já no inverno, a Winter Wonderland é parada obrigatória. A feira de Natal tem entrada gratuita e é uma verdadeira experiência de filme! São várias atrações divertidas e barraquinhas com comidas deliciosas… Dá pra sentir o espírito natalino no ar!

Para mais informações, acesse www.royalparks.org.uk/parks/hyde-park e www.hydeparkwinterwonderland.com.

Historicamente, o Reino Unido sempre se destacou com a criação de lojas de departamento e a Harrods é uma das mais famosas do mundo, fundada em 1834. A loja fica pertinho do Hyde Park e reúne grifes de luxo, como Stella McCartney, Balmain e Burberry.

Assim como a Broadway em Nova York, Londres também tem um bairro famoso pelos musicais. West End fica pertinho da Trafalgar Square e da Piccadilly Circus, praças movimentadas da cidade.

Como são atrações muito procuradas, recomendo que você faça a compra online antecipadamente. Nós assistimos dois musicais, O Fantasma da Ópera e Thriller (do Michael Jackson), um em cada dia. O primeiro foi incrível, sem dúvidas voltaria para ver mais vezes! Já o segundo tem uma pegada diferente, meio show mesmo, então eu recomendo você deixar de lado e dar prioridade para outras peças, como Os Miseráveis, O Rei Leão ou até mesmo Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.

DIA 2

Impossível viajar para Londres e nem ao menos passar pela London Eye. A roda gigante é não somente um símbolo da cidade, mas uma das atrações mais visitadas por lá. O passeio custa em torno de 25 libras e dura meia hora. Lá de cima, você confere uma vista linda da cidade.

Como eu fiz o passeio na primeira vez que visitei Londres em 2014, não achei necessário fazer de novo – na verdade, eu diria que é um passeio substituível, porque acaba saindo bem caro apenas para subir e dar a volta. Se você estiver em dúvida se deve ou não fazer, minha dica é que guarde esse tempo e dinheiro para outra atração.

Outro ponto turístico que representa Londres é o famoso Big Ben. Na verdade, o nome não se refere ao relógio, mas sim ao sino localizado dentro do Palácio de Westminster, o parlamento britânico. A obra está em reforma há algum tempo e deve finalizar apenas em 2022, mas continua rendendo fotos lindas! 

A poucos passos do Big Ben, está a Abadia de Westminster. É famosa mundialmente por ser o local de coroação e sepultamento dos reis e rainhas da Inglaterra desde 1066. Em setembro de 1997, recebeu o funeral da Lady Diana; já em 2011, celebrou o casamento do príncipe William com Kate Middleton.

É possível visitar o interior da igreja por 20 libras. No site oficial você encontra valores e mais detalhes sobre a visitação: www.westminster-abbey.org.

O Palácio de Buckingham é a residência oficial da rainha da Inglaterra e protagoniza uma das atrações mais famosas do país: a troca da guarda. A cerimônia acontece na entrada principal e consiste basicamente em uma troca dos guardas reais responsáveis pela segurança do palácio.

É muito importante chegar cedo caso você queira ver de pertinho. Quando fui pela primeira vez, consegui ficar grudada nos portões do palácio (e olha que era verão, bem mais lotado!). Dessa vez ficamos bem mais longe, mas já deu pra curtir. Os horários variam dependendo da época do ano, então vale checar certinho no site oficial: www.changing-guard.com/dates-buckingham-palace.html. 

A National Gallery é um museu de arte fundado em 1824 e localizado na praça Trafalgar Square, lugar super central de Londres. Abriga mais de 2 mil obras de arte, entre elas O Casal Arnolfini de Jan van Eyck. A entrada é gratuita e você confere mais informações no site oficial: www.nationalgallery.org.uk

DIA 3

A Tower Bridge foi construída no século 19 sobre o rio Tâmisa. Com o tempo, a ponte também acabou virando uma atração característica de Londres e já apareceu em vários filmes. É possível visitar o interior da ponte e descobrir como funcionava o sistema de elevação, já que na época de sua construção, havia um grande fluxo no rio, que necessitava uma ponte móvel.

A visitação custa por volta de 10 libras, mas tem desconto se você comprar online (www.towerbridge.org.uk).

Bem pertinho da ponte, existe a Tower of London, também na margem do rio Tâmisa. É um castelo e palácio histórico fundado no final do século 11. Ao longo dos anos desempenhou funções diversas, como residência real, prisão, depósito de armas, tesouraria e agora abriga as joias da coroa britânica. Dessa vez não conheci o interior, mas sem dúvidas estará na minha lista quando voltar a Londres.

A entrada custa 22 libras e também dá pra comprar online (www.hrp.org.uk/tower-of-london). 

O British Museum é antiquíssimo: foi fundado em 1759 e é considerado o primeiro grande museu público e gratuito. A coleção permanente destaca-se com peças do Egito e Grécia Antiga, como a Pedra de Roseta (na foto abaixo) e pedaços do Partenon – esse último, inclusive, já foi motivo de briga entre Inglaterra e Grécia, já que as peças foram roubadas por ingleses. 

A entrada é gratuita e os horários de funcionamento estão disponíveis no site www.britishmuseum.org

Se você também tem um roteiro de três dias por Londres, mas que inclui atrações diferentes, deixa aqui nos comentários suas dicas! Vamos trocar figurinhas <3

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Comprinhas favoritas da viagem!

| 5 de fevereiro de 2019

Durante minha viagem para a Europa, fiz algumas comprinhas legais e achei interessante compartilhar com vocês. Aperta o play!

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18 dias em 4 países: roteiro pela Inglaterra, Bélgica, Holanda e França

| 22 de janeiro de 2019

Nesses 18 dias de viagem, fomos para Inglaterra, Bélgica, Holanda e França. E olha… Eu amei! Acho que o mais legal é que os países têm suas diferenças entre si, o que não deixa a viagem monótona. Eu já conhecia a Inglaterra e a França, fui pra lá em 2014 para fazer intercâmbio – minha primeira vez na Europa e primeira vez viajando sozinha, um super marco! Agora voltei com a família e relembrar os momentos que vivi por lá foi emocionante. De quebra, ainda conheci dois países novos: Bélgica e Holanda, que amei também!

Neste post, compartilho com vocês nosso roteiro de 18 dias pela Europa. Importante acrescentar que é um roteiro bruto, sem descrição dos lugares turísticos e informações extras. Vou fazer posts detalhados para os lugares mais legais que visitamos e aí sim colocarei todas essas informações, ok?!

DIA 1

Nosso voo desembarcou logo pela manhã no aeroporto de Londres. Alugamos um carro para viajar pela Inglaterra e a primeira parada foi Oxford, a 65km da capital inglesa. Um dia é mais do que suficiente para conhecer a cidadezinha. Vale visitar o Museu da História e da Ciência (onde fica o quadro negro de Einstein), a Praça Radcliffe e alguns colleges da Universidade de Oxford.

DIA 2

Saímos de Oxford a caminho de Manchester, viagem que dura aproximadamente 3 horas de carro. Chegamos no horário do almoço e tivemos a tarde para passear. 

* Pontos turísticos: Piccadilly Gardens, Exchange Square, Shambles Square, Manchester Cathedral, Museu Nacional do Futebol, Praça Albert.

DIA 3

Fizemos um bate-volta até Liverpool, a cidade dos Beatles! Não deixe de ir ao Albert Dock, entrar no Cavern Club e conhecer a Catedral de Liverpool.

DIA 4

Nosso último dia em Manchester começou com o passeio pelo Alan Turing Memorial e os jardins de Sakville. A tarde, meu pai e meu irmão foram ao jogo do Manchester United, enquanto eu e minha mãe ficamos em um shopping perto do estádio. Quando a partida terminou, encaramos 3 horas de carro com destino a Bristol.

@barbara_pereira

DIA 5

O dia estava cheio de atividades e começou cedo, ainda na cidade de Bristol. Conhecemos a ponte Clifton e passeamos pela praça Queen Square, que ficava pertinho do nosso hotel. Partimos para o almoço na cidade de Bath, onde provamos o melhor fish&chips da viagem! Como o tempo estava curto, não conseguimos conhecer as termas, ponto mais famoso da cidade. Próxima parada era Stonehenge, mas tivemos um imprevisto: chegamos 15 minutos após a último turma. De lá, fomos para Londres.

DIA 6

Nosso último destino na Inglaterra era Londres, a capital do país. Como é uma cidade bem grande e não estávamos de carro, fizemos uma programação bem detalhada e definimos horários para cada passeio. 

* Pontos turísticos: St. Paul Cathedral, Piccadilly Circus, Hyde Park e Winter Wonderland, Harrods, musical “O Fantasma da Ópera”.

DIA 7

* Pontos turísticos: London Eye, Abadia de Westminster e Big Ben, Palácio de Buckingham e troca da guarda, National Gallery e Trafalgar Square, musical “Thriller”.

DIA 8

* Pontos turísticos: Tower Bridge e Tower of London, Borough Market, British Museum.

O dia terminou cedo porque nosso voo saía às 7h da manhã. Voltamos ao hotel, arrumamos as malas e partimos para a segunda parte da viagem!

DIA 9

Desembarcamos em Paris por volta de 10h. No aeroporto, alugamos um carro e saímos com destino a Bruxelas. Chegamos cedo e ainda deu pra conhecer um pouco da cidade.

DIA 10

A verdade é que Bruxelas não precisa de mais de um dia (inclusive, você pode fazer um bate-volta de alguma outra capital próxima, como Amsterdam). Porém, nosso roteiro reservava o dia inteiro para a cidade. Deu pra conhecer tudo e ainda descansar rs!

* Pontos turísticos: Grand Place, Galeries Royales Saint-Hubert, Mont des Arts, Catedral de São Miguel, Manneken Pis.

DIA 11

Acordamos cedo e fomos para duas cidades próximas de Bruxelas: Bruges e Gante! Ficamos em Bruges até depois do almoço, quando partimos para conhecer Gante. Em ambas as cidades, não tínhamos um roteiro fixo. Elas são bem pequenas e perfeitas para se perder nas ruas!

@barbara_pereira

DIA 12

Saímos cedo de Bruxelas com destino a Amsterdam. Foram quase 3 horas de viagem e chegamos a tempo do almoço. O restante do dia foi se perder entre os canais e descobrir a cidade!

DIA 13

Começamos o passeio em Amsterdam pelo Museu do Van Gogh, fomos à casa de Anne Frank, conhecemos o Red Light District e finalizamos a noite com os canais iluminados para o Festival de Luzes de Amsterdam, que ocorre no inverno.

DIA 14

Inicialmente, nosso roteiro tinha uma breve passagem por Haia e Roterdã, mas decidimos sair de Amsterdam e ir direto à Antuérpia, na Bélgica. A cidade é super famosa pelos diamantes! 

DIA 15

Mais uma vez, o dia começa cedo. Saímos de Antuérpia em direção a Versailles, trajeto que levou quase 4 horas, mas deu para chegar a tempo de curtir o palácio. De Versailles à Paris, levamos cerca de uma hora e por lá devolvemos o carro.

DIA 16

Assim como foi em Londres, nós também fizemos Paris a pé e planejamos uma programação para as principais atrações ao longo de três dias.

* Pontos turísticos: Museu do Louvre, Champs-Élysées, Arco do Triunfo, Montmartre e a Basílica de SacreCouer.

DIA 17

* Pontos turísticos: NotreDame, Pantheon, Museu d’Orsay, Galeries Lafayette.

DIA 18

* Pontos turísticos: Museu Picasso, Jardim Trocadéro, Torre Eiffel, Museu des Invalides, Museu Rodin.

@barbara_pereira

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