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10 de junho de 2017

VLOG Itália #5: Bolonha, Parma e Museu da Ferrari


No quinto vídeo da minha viagem para a Itália, vocês vão poder conhecer um pouquinho das cidades de Bolonha, Parma e Maranello - sendo esse última a sede do Museu da Ferrari!


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30 de maio de 2017

A casa da Shay Mitchell em Los Angeles

A canadense Shay Mitchell ficou mundialmente famosa ao interpretar a personagem Emily na série Pretty Little Liars, um dos maiores sucessos da emissora Freeform (então ABC). Ao ver a série chegar ao fim após a sétima temporada, a atriz começou a colocar em prática os próximos passos e logo mais estará nos holofotes novamente: Shay está gravando seu novo filme, Cadaver, que tem estreia prevista para agosto desse ano. 


Para marcar essa fase de mudanças, a atriz comprou uma casa nova em Los Angeles. Os arquitetos e designers de interiores responsáveis pelo trabalho seguiram as indicações da atriz, que queria um estilo que transitasse entre o espanhol, marroquino e francês. O resultado ficou incrível!


Os designers e arquitetos souberam mesclar muito bem os ambientes minimalistas e os mais pesados. A sala de estar, por exemplo, tem uma pegada bem mais dark, enquanto a cozinha segue uma linha clean.


A cozinha foi um dos ambientes que eu mais gostei. Ela é simples, moderna e minimalista.


Shay separou um quarto da casa e transformou-o em closet... É pouco?


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6 de maio de 2017

Onde comer em Portofino

Portofino é uma cidade litorânea pequena. Seu auge é no verão, quando as ruelas ficam lotadas de turistas curtindo a riviera italiana e aproveitando o calor da estação. No inverno, o local fica totalmente diferente. As praias já não são tão frequentadas e a maioria dos estabelecimentos fecham. Como visitamos Portofino nessa estação, tínhamos poucas opções de restaurantes para escolher, mas almoçamos em um bem legal.



A Pizzeria Il Portico fica na principal rua da cidade, a Via Roma, que leva os turistas em direção ao mar. Pedimos quatro sabores de pizza, que são individuais, mas servem MUITO bem! O preço também é bom, sendo que cada pizza foi entre 8 e 10 euros. Foi uma das pizzas mais deliciosas que comemos durante toda a viagem!

Endereço da Pizzeria Il Portico: Via Roma, 21 - Portofino, Itália

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1 de maio de 2017

VLOG Itália #4: Verona, Veneza e Murano


As três cidades do vlog de hoje são completamente apaixonantes: Verona, Veneza e Murano. Tenho certeza que vocês vão amar =)


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29 de abril de 2017

Links #6: a importância do timing

Por pior que seja, precisamos aceitar a influência que o timing tem em nossas vidas. Tudo tem seu tempo pra acontecer. 




"O amor não é justo. E, talvez, o problema resida não no sentimento em si, e sim no timing. Duas pessoas, quando se encontram, têm a possibilidade mínima de se encontrarem no mesmo estágio de vida."



"A base da compreensão do timing é a mesma do amor: nada na vida é barganha. Não dá pra querer pelo outro."



"Nem sorte, nem destino. Eu costumo dizer que um bom relacionamento (ou uma boa aventura amorosa) nasce de uma combinação infalível de fatores múltiplos, quase que um equação de segundo grau com algumas incógnitas."

16 de abril de 2017

5 fotos de Portofino que farão você se apaixonar!

Antes de conhecer a Itália, eu sempre olhava fotos dos lugares que queria visitar... Um deles era Portofino, que tem uma beleza absurda. Quando conseguimos incluir a região no roteiro, eu mal conseguia acreditar que ia ver de pertinho esse lugar que tanto me encantava só por fotos.

E sim, Portofino é lindo! As casinhas coloridas são uma graça e o visual no geral é lindo, principalmente no meio da tarde, horário que eu passei por lá. 


Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, média de 5 graus)

Quanto tempo fiquei na cidade? Umas 2 horas (acredito que seja o suficiente no inverno, mas caso você vá no verão, acho legal curtir com calma, porque aquela região tem várias praias legais)



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2 de abril de 2017

VLOG Itália #3: Milão e Lago di Como


Nesse vlog, mostro como foram meus dias e os passeios que fiz em Milão e no Lago di Como. Dá o play =)


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26 de março de 2017

Making a Murderer


Produzida pela Netflix, Making a Murderer é um documentário que retrata a história completa de Steven Avery

O jovem foi preso e acusado de ter estuprado uma mulher. Porém, 18 anos depois, foi liberado da cadeia e declarado inocente por meio de um exame de DNA.  Steven, então, retorna ao ferro-velho onda morava com sua família na cidade de Manitowoc, Wisconsin.

Acreditando que seu pesadelo havia acabado, ele se vê mais uma vez como destaque na mídia quando é indicado como o principal suspeito do assassinato de Teresa Halbach, uma jornalista e fotógrafa. Os ossos carbonizados da vítima são encontrados no quintal da casa de Steven, o que aumenta ainda mais a suspeita de que ele seria o autor do crime.

A história retrata um sistema judiciário norte-americano longe do que imaginamos e do que é retratado em séries e filmes: há falhas, mentiras, imparcialidade e muitos outros problemas que apontam para uma justiça fraca e manipulada. 

Nos dez episódios da primeira e única temporada até o momento, a série acompanha a investigação e o julgamento de Steven e seu sobrinho Brendan Dassey, que também foi acusado de ter participado do crime.



Quer ler mais um pouco sobre séries de TV? Clique aqui e confira vários posts sobre o tema!

ESSA MATÉRIA FOI PUBLICADA INICIALMENTE NO PORTAL WHIZ. 
PARA ACESSAR O POST DIRETO DO SITE, CLIQUE AQUI.

16 de março de 2017

Salvem as livrarias!

Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né?


Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece.....

Calma... Estou falando da primeira vez que entrei em uma livraria com conceito “megastore” – o ano era 1996 e o local Manhattan, dentro de uma Barnes & Noble com uns 5 pisos de livros, CDs, café e muita gente. Para os mais jovens, isso pode parecer normal (fácil de encontrar em qualquer shopping no Brasil), mas acreditem, não era. 

Ainda não existiam esses espaços por aqui. Livrarias não permitiam que os clientes manuseassem os livros – um balcão separava o objeto do desejo de você, e um funcionário servia de filtro.

Hoje, entramos nas livrarias e temos até dificuldade de encontrar vendedores, mas eles eram os “reis do pedaço” há alguns anos. No começo dos anos 90, íamos até a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (na Av. Paulista) em busca de livros importados na loja especializada em livros técnicos e quem mandava lá era um vendedor (conhecido como “bigode”) que dizia o que tinha e o que não tinha, e meio que determinava o que íamos levar ou não... Difícil de acreditar, não é?

Entrar em uma megastore era um “grito de liberdade” – a gente podia mexer, fuçar, folhear e nem precisava levar... Incrível. Elas chegaram ao Brasil logo depois e se tornaram parte de nossa cultura também. Minha filha mais velha deu seus primeiros passos dentro da FNAC do bairro de Pinheiros – era um passeio! Diversão e cultura.

Tudo mudou. Nas últimas semanas, notícias no jornal anunciaram a decisão da FNAC de deixar o país em função do baixo desempenho. Saraiva e Cultura passam por dificuldades, e colocam parte da culpa na Amazon, que desembarcou por aqui há poucos anos e já incomoda. A Barnes&Noble já quase não existe nos Estados Unidos. Nem a Borders (sua maior concorrente, fechada em 2011). As livrarias estão desaparecendo... Salvem as livrarias!

O mundo precisa das baleias e dos micos-leões-dourados. Ninguém questiona a importância das ararinhas-azuis no complexo ecossistema das florestas. E eu concordo com tudo isso. Mas insisto: salvem também as livrarias. Salvem também a boa prática da leitura. A descoberta de um novo mundo através das letras. Sou adepto (óbvio!) das novas tecnologias – leio livros e revistas em tablets e e-readers, mas não dispenso o “cheirinho” de um livro no formato clássico de papel (seria vintage?).

Termino meu apelo com essa famosa frase do poeta e jornalista Mário Quintana: “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”. Pensem nisso... E leiam sempre!
  

28 de fevereiro de 2017

5 maneiras de superar o bloqueio criativo

Ultimamente eu estou passando por um tremendo bloqueio criativo. Parece que as ideias não surgem e, quando isso acontece, sinto uma dificuldade absurda de desenvolve-las. Aposto que você já se viu nessa posição, né?!


Pra tentar superar essa fase, pesquisei em vários sites algumas maneiras de passar por esse bloqueio e ter a criatividade de volta. Se você tá precisando de ajuda também, anote as dicas:

ANOTE TODAS AS SUAS IDEIAS

Nenhuma ideia é ruim e deve ser descartada. Pensou em algo? Anote. Isso pode se desenvolver em um conteúdo legal no futuro.

LEIA E PROCURE INSPIRAÇÃO

Qualquer coisa pode te inspirar e se tornar um tema interessante de ser abordado. Leia de tudo - livros, revistas, jornais, sites, blogs... Até textos que você já escreveu estão dentro dessa categoria. O importante é procurar ideias em outros campos. Também aproveite para observar seu cotidiano, conversar com outras pessoas... A inspiração vem de várias formas.

CRIE UMA ROTINA DE ESCRITA

Todos dizem que a prática leva à perfeição. Criar o hábito de escrever todos os dias vai te ajudar a desenvolver temas com mais facilidade. Não importa qual seja o assunto abordado, como você vai escrever, pra quem você vai mostrar... O fato é: escreva!

ESCREVA SOBRE TEMAS DIFERENTES

Precisamos sair da caixinha para evoluir. Aproveite a oportunidade para se arriscar produzindo textos sobre assuntos que jamais pensou em escrever. A criatividade pode surgir daí.

EVITE A PERFEIÇÃO

Em um momento de bloqueio criativo, o importante é retomar o hábito e escrever. Não se preocupe em florear o texto, muito menos deixa-lo perfeito. Você pode fazer ajustes depois, mas no momento é necessário colocar as palavras no papel.

Quais são as suas técnicas para superar o bloqueio criativo? Me conta!

16 de fevereiro de 2017

Diário de Viagem: Pisa


Pisa é uma pequena cidade localizada na Toscana, a poucas horas de Florença. A grande atração da cidade é a Torre de Pisa, a famosa torre inclinada. 

Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, 5 graus)

Quanto tempo fiquei na cidade? Aproximadamente 2 horas

Como chegar? Fui de carro partindo de Florença (aproximadamente 100km)

O QUE FAZER EM PISA?

A grande atração da cidade é a Piazza dei Miracoli, onde estão os pontos turísticos mais interessantes e que você deve conhecer. A Torre de Pisa é o cartão postal da cidade, senão da Itália! Conhecida também por Campanile de Santa Maria, a torre começou a ser construída no início do século 12 em um terreno de argila e areia. Isso explica a inclinação do edifício, que desde sempre apresentou essa particularidade. 

É possível subir na torre em um passeio que dura cerca de 30 minutos. O bilhete custa 18 euros e do topo há uma bela vista da cidade. 

Ainda na mesma praça da torre, você pode visitar a Duomo di Santa Maria Assunta, igreja principal de Pisa. Ela foi construída há quase mil anos (!) e foi dedicada à Virgem Maria. A entrada é grátis. 



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30 de janeiro de 2017

Onde comer em Florença

Florença, assim como outras cidades da Itália, é conhecida por sua excelente gastronomia. O prato mais famoso da cidade é a bistecca alla fiorentina. Não deixe de prova-la! Os restaurantes costumam servir em porções com aproximadamente um quilo de carne, além de um acompanhamento.



IL CAVALLINO

Provamos a bistecca alla fiorentina no restaurante Il Cavallino. Seu ponto forte é a localização, pois está em plena Piazza della Signoria. Geralmente os restaurantes que ficam em locais turísticos são mais caros e os pratos não costumam ser bem-servidos, por isso chamamos de pega-turista, mas nesse caso estava tudo delicioso e o preço era bom.

Endereço: Piazza della Signoria 28


RISTORANTE PIZZERIA MASO'

Esse restaurante foi um verdadeiro achado, porque ficava na rua do nosso hotel e tinha a combinação perfeita para qualquer viajante: preço bom, pratos bem-servidos e comida deliciosa! Acho que voltamos lá umas três vezes de tanto que gostamos. 

O restaurante tinha um combo por 10 euros: entrada + massa + refrigerante. Se você optasse por carne como prato principal, o valor era 15 euros. Também comemos pizza por lá e o preço variava entre 7 euros (margherita, por exemplo) e 15 euros.

Endereço: Via Maso Finiguerra 10 


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Diário de Viagem: Florença

Florença é a maior cidade da região da Toscana. Durante os séculos 14, 15 e 16, ela foi o berço do Renascimento e hoje concentra uma quantidade significativa de obras de artistas importantes, como Michelangelo, Da Vinci e Botticelli.


Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, 5 graus)

Quanto tempo fiquei na cidade? Dois dias e meio - e foi suficiente para conhecer os principais pontos turísticos

Onde fiquei hospedada? Grand Hotel Adriatico. O quarto é mais antigo, mas limpinho. Infelizmente, achamos o café fraco e tivemos até mesmo que relatar alguns problemas para os funcionários. De forma geral, o hotel é bom mas não acredito que seja nível 4 estrelas.

Como chegar? Partimos de Siena (90 km de carro)

O QUE FAZER EM FLORENÇA?


A Duomo di Firenze é passagem obrigatória para quem visita a cidade. A igreja chama-se Santa Maria del Fiore e sua construção durou mais de seis séculos. Sua cúpula é uma das principais atrações: ela foi projetada pelo arquiteto Fillippo Brunelleschi por volta do ano de 1400. Os afrescos são de autoria dos artistas Giorgio Vasari e Federico Zuccari. Ao lado da catedral, pode-se visitar também o Campanário de Giotto, uma torre com um conjunto de sete sinos. 

Fizemos um passeio para conhecer a cúpula da catedral. São mais de 450 degraus por escadas estreitas, mas que garantem uma experiência única. Ficamos ao lado dos afrescos pintados há séculos e, subindo mais ainda, tivemos uma vista linda da cidade. 

Endereço: Piazza Duomo

Horário de Funcionamento: 
  • Basílica: 10h às 17h (segunda-sexta), 10h às 16h45 (sábados) e 13h30 às 16h45 (domingos)
  • Cúpula: 8h30 às 19h (segunda-sexta), 8h30 às 17h40 (sábados) e 13h às 16h (domingos)
  • Campanário: 8h30 às 19h30, todos os dias
Preço: 
  • Basílica: entrada gratuita
  • Passeio de 15 euros com reserva online. Inclui: cúpula, batistério, museu do Duomo, cripta, campanário e catedral (sem pegar filas)


O Museo do Duomo, ou então Museo Dell'Opera del Duomo, fica em frente à grande catedral de Florença e preserva várias obras que já estiveram na basílica, campanário e batistério. A coleção começou a ser formada em 1587 e cresce cada vez mais, já que diversas partes da basílica, principalmente, tiveram de ser substituídas para preservar o material da época. Dessa forma, os pedaços originais foram transferidos ao museu, onde há um cuidado especial.

Para visitar o museu, você deve adquirir o passe de 15 euros com reserva online, o qual inclui os seguintes locais: cúpula, batistério, museu do Duomo, cripta, campanário e catedral (sem pegar filas).

Horário de funcionamento: todos os dias, das 9h às 19h


A Galleria degli Ufizzi é um dos museus mais famosos de Florença e até mesmo do mundo! Ele foi construído em meados do século 16 para alocar os gabinetes administrativo e legal dos Médici. São muitas salas que abrigam obras de vários séculos da história, entre elas O Nascimento de Vênus, feita por Sandro Botticelli em 1483.

Endereço: Piazzale degli Ufizzi 6

Horário de funcionamento: terça-feira à domingo, das 8h15 às 18h50

Preço: 8 euros (para evitar filas durante a alta temporada, sugiro que você faça a compra online com antecedência)


Outro museu famoso de Florença é a Galleria dell'Accademia, que leva esse nome por ter servido como local de estudo para os estudantes da Academia de Belas Artes. Por lá, encontramos a gigantesca escultura de David, de Michelangelo, considerada uma das mais importantes obras do renascimento italiano. Feita de mármore, ela tem mais de 5 metros de altura e é muito realista.

Endereço: Via Ricasoli 58/60

Horário de funcionamento: terça-feira à domingo, das 8h15 às 18h50

Preço: 8 euros (para evitar filas durante a alta temporada, sugiro que você faça a compra online com antecedência)


Se você não dispensa conhecer os clássicos "mercadões" quando viaja, vá ao Mercado Centrale di Firenze. Ele tem dois andares repletos de frutas, legumes, queijos e massas. 

Endereço: entrada pelas ruas Piazza dell'Ariento, Via Sant'Antonio, Via Panicale e Piazza del Mercato Centrale

Horário de funcionamento: 
  • primeiro andar: segunda à sexta, das 7h às 14h / sábado, das 7h às 17h
  • segundo andar: todos os dias, das 10h às 0h


O gigantesco Palazzo Pitti foi construído por volta de 1450 por uma família rival aos Médici, que comandavam a cidade de Florença. A família Pitti foi à falência e as obras do palácio pararam por um tempo, até que os Médici compraram o edifício e depois a tornaram sua residência oficial. 

O palácio é imenso, tem várias salas com obras de arte e até mesmo os apartamentos com móveis que a família real usava no período em que viveram lá. Além disso, pode-se visitar também os Jardins de Boboli, que possuem cerca de 45 mil metros quadrados. 

Endereço: Piazza de Pitti 1

Horário de funcionamento: terça à domingo, das 8h15 às 18h30

Preço: varia entre 13 e 16 euros, dependendo dos museus que você quer visitar


A Piazza della Signoria fica localizada numa região central da cidade, perto de vários pontos turísticos. Ali encontra-se o Palazzo Vecchio, que foi a residência da família Médici por muitos anos. 


Para conferir uma vista superior lindíssima da cidade de Florença, não deixe de visitar a Piazzale Michelangelo. A praça fica afastada do centro da cidade, mas vai garantir fotos dignas de cartão-postal.


A Ponte Vecchio poderia ser apenas mais uma ponte de Florença se não tivesse uma história por trás: durante a Segunda Guerra Mundial, foi a única ponte poupada pelos bombardeios alemães de 1944. Localizada sobre o Rio Arno, há várias lojas que vendem principalmente ouro. 

ONDE COMER EM FLORENÇA?

Para conferir minhas dicas de restaurantes em Florença, acesse o post Onde comer em Florença.



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