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16 de abril de 2017

5 fotos de Portofino que farão você se apaixonar!

Antes de conhecer a Itália, eu sempre olhava fotos dos lugares que queria visitar... Um deles era Portofino, que tem uma beleza absurda. Quando conseguimos incluir a região no roteiro, eu mal conseguia acreditar que ia ver de pertinho esse lugar que tanto me encantava só por fotos.

E sim, Portofino é lindo! As casinhas coloridas são uma graça e o visual no geral é lindo, principalmente no meio da tarde, horário que eu passei por lá. 


Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, média de 5 graus)

Quanto tempo fiquei na cidade? Umas 2 horas (acredito que seja o suficiente no inverno, mas caso você vá no verão, acho legal curtir com calma, porque aquela região tem várias praias legais)



TODAS AS FOTOS PRESENTES EM MEUS POSTS SOBRE VIAGENS SÃO AUTORAIS. CASO VOCÊ QUEIRA UTILIZAR ALGUMA DELAS, NÃO ESQUEÇA DE DAR OS CRÉDITOS!

2 de abril de 2017

VLOG Itália #3: Milão e Lago di Como


Nesse vlog, mostro como foram meus dias e os passeios que fiz em Milão e no Lago di Como. Dá o play =)


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26 de março de 2017

Making a Murderer


Produzida pela Netflix, Making a Murderer é um documentário que retrata a história completa de Steven Avery

O jovem foi preso e acusado de ter estuprado uma mulher. Porém, 18 anos depois, foi liberado da cadeia e declarado inocente por meio de um exame de DNA.  Steven, então, retorna ao ferro-velho onda morava com sua família na cidade de Manitowoc, Wisconsin.

Acreditando que seu pesadelo havia acabado, ele se vê mais uma vez como destaque na mídia quando é indicado como o principal suspeito do assassinato de Teresa Halbach, uma jornalista e fotógrafa. Os ossos carbonizados da vítima são encontrados no quintal da casa de Steven, o que aumenta ainda mais a suspeita de que ele seria o autor do crime.

A história retrata um sistema judiciário norte-americano longe do que imaginamos e do que é retratado em séries e filmes: há falhas, mentiras, imparcialidade e muitos outros problemas que apontam para uma justiça fraca e manipulada. 

Nos dez episódios da primeira e única temporada até o momento, a série acompanha a investigação e o julgamento de Steven e seu sobrinho Brendan Dassey, que também foi acusado de ter participado do crime.



Quer ler mais um pouco sobre séries de TV? Clique aqui e confira vários posts sobre o tema!

ESSA MATÉRIA FOI PUBLICADA INICIALMENTE NO PORTAL WHIZ. 
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16 de março de 2017

Salvem as livrarias!

Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né?


Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece.....

Calma... Estou falando da primeira vez que entrei em uma livraria com conceito “megastore” – o ano era 1996 e o local Manhattan, dentro de uma Barnes & Noble com uns 5 pisos de livros, CDs, café e muita gente. Para os mais jovens, isso pode parecer normal (fácil de encontrar em qualquer shopping no Brasil), mas acreditem, não era. 

Ainda não existiam esses espaços por aqui. Livrarias não permitiam que os clientes manuseassem os livros – um balcão separava o objeto do desejo de você, e um funcionário servia de filtro.

Hoje, entramos nas livrarias e temos até dificuldade de encontrar vendedores, mas eles eram os “reis do pedaço” há alguns anos. No começo dos anos 90, íamos até a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (na Av. Paulista) em busca de livros importados na loja especializada em livros técnicos e quem mandava lá era um vendedor (conhecido como “bigode”) que dizia o que tinha e o que não tinha, e meio que determinava o que íamos levar ou não... Difícil de acreditar, não é?

Entrar em uma megastore era um “grito de liberdade” – a gente podia mexer, fuçar, folhear e nem precisava levar... Incrível. Elas chegaram ao Brasil logo depois e se tornaram parte de nossa cultura também. Minha filha mais velha deu seus primeiros passos dentro da FNAC do bairro de Pinheiros – era um passeio! Diversão e cultura.

Tudo mudou. Nas últimas semanas, notícias no jornal anunciaram a decisão da FNAC de deixar o país em função do baixo desempenho. Saraiva e Cultura passam por dificuldades, e colocam parte da culpa na Amazon, que desembarcou por aqui há poucos anos e já incomoda. A Barnes&Noble já quase não existe nos Estados Unidos. Nem a Borders (sua maior concorrente, fechada em 2011). As livrarias estão desaparecendo... Salvem as livrarias!

O mundo precisa das baleias e dos micos-leões-dourados. Ninguém questiona a importância das ararinhas-azuis no complexo ecossistema das florestas. E eu concordo com tudo isso. Mas insisto: salvem também as livrarias. Salvem também a boa prática da leitura. A descoberta de um novo mundo através das letras. Sou adepto (óbvio!) das novas tecnologias – leio livros e revistas em tablets e e-readers, mas não dispenso o “cheirinho” de um livro no formato clássico de papel (seria vintage?).

Termino meu apelo com essa famosa frase do poeta e jornalista Mário Quintana: “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”. Pensem nisso... E leiam sempre!