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26 de março de 2017

Making a Murderer


Produzida pela Netflix, Making a Murderer é um documentário que retrata a história completa de Steven Avery

O jovem foi preso e acusado de ter estuprado uma mulher. Porém, 18 anos depois, foi liberado da cadeia e declarado inocente por meio de um exame de DNA.  Steven, então, retorna ao ferro-velho onda morava com sua família na cidade de Manitowoc, Wisconsin.

Acreditando que seu pesadelo havia acabado, ele se vê mais uma vez como destaque na mídia quando é indicado como o principal suspeito do assassinato de Teresa Halbach, uma jornalista e fotógrafa. Os ossos carbonizados da vítima são encontrados no quintal da casa de Steven, o que aumenta ainda mais a suspeita de que ele seria o autor do crime.

A história retrata um sistema judiciário norte-americano longe do que imaginamos e do que é retratado em séries e filmes: há falhas, mentiras, imparcialidade e muitos outros problemas que apontam para uma justiça fraca e manipulada. 

Nos dez episódios da primeira e única temporada até o momento, a série acompanha a investigação e o julgamento de Steven e seu sobrinho Brendan Dassey, que também foi acusado de ter participado do crime.



Quer ler mais um pouco sobre séries de TV? Clique aqui e confira vários posts sobre o tema!

ESSA MATÉRIA FOI PUBLICADA INICIALMENTE NO PORTAL WHIZ. 
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16 de março de 2017

Salvem as livrarias!

Todos os posts da categoria MINHA COLUNA DÓI foram escritos por meu pai, Antonio Carlos. Perguntei se ele queria uma coluna aqui no blog para escrever textos dos mais diversos assuntos; ele topou. O nome já é mais do que sugestivo, né?


Dizem que a primeira vez a gente nunca esquece.....

Calma... Estou falando da primeira vez que entrei em uma livraria com conceito “megastore” – o ano era 1996 e o local Manhattan, dentro de uma Barnes & Noble com uns 5 pisos de livros, CDs, café e muita gente. Para os mais jovens, isso pode parecer normal (fácil de encontrar em qualquer shopping no Brasil), mas acreditem, não era. 

Ainda não existiam esses espaços por aqui. Livrarias não permitiam que os clientes manuseassem os livros – um balcão separava o objeto do desejo de você, e um funcionário servia de filtro.

Hoje, entramos nas livrarias e temos até dificuldade de encontrar vendedores, mas eles eram os “reis do pedaço” há alguns anos. No começo dos anos 90, íamos até a Livraria Cultura do Conjunto Nacional (na Av. Paulista) em busca de livros importados na loja especializada em livros técnicos e quem mandava lá era um vendedor (conhecido como “bigode”) que dizia o que tinha e o que não tinha, e meio que determinava o que íamos levar ou não... Difícil de acreditar, não é?

Entrar em uma megastore era um “grito de liberdade” – a gente podia mexer, fuçar, folhear e nem precisava levar... Incrível. Elas chegaram ao Brasil logo depois e se tornaram parte de nossa cultura também. Minha filha mais velha deu seus primeiros passos dentro da FNAC do bairro de Pinheiros – era um passeio! Diversão e cultura.

Tudo mudou. Nas últimas semanas, notícias no jornal anunciaram a decisão da FNAC de deixar o país em função do baixo desempenho. Saraiva e Cultura passam por dificuldades, e colocam parte da culpa na Amazon, que desembarcou por aqui há poucos anos e já incomoda. A Barnes&Noble já quase não existe nos Estados Unidos. Nem a Borders (sua maior concorrente, fechada em 2011). As livrarias estão desaparecendo... Salvem as livrarias!

O mundo precisa das baleias e dos micos-leões-dourados. Ninguém questiona a importância das ararinhas-azuis no complexo ecossistema das florestas. E eu concordo com tudo isso. Mas insisto: salvem também as livrarias. Salvem também a boa prática da leitura. A descoberta de um novo mundo através das letras. Sou adepto (óbvio!) das novas tecnologias – leio livros e revistas em tablets e e-readers, mas não dispenso o “cheirinho” de um livro no formato clássico de papel (seria vintage?).

Termino meu apelo com essa famosa frase do poeta e jornalista Mário Quintana: “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”. Pensem nisso... E leiam sempre!
  

28 de fevereiro de 2017

5 maneiras de superar o bloqueio criativo

Ultimamente eu estou passando por um tremendo bloqueio criativo. Parece que as ideias não surgem e, quando isso acontece, sinto uma dificuldade absurda de desenvolve-las. Aposto que você já se viu nessa posição, né?!


Pra tentar superar essa fase, pesquisei em vários sites algumas maneiras de passar por esse bloqueio e ter a criatividade de volta. Se você tá precisando de ajuda também, anote as dicas:

ANOTE TODAS AS SUAS IDEIAS

Nenhuma ideia é ruim e deve ser descartada. Pensou em algo? Anote. Isso pode se desenvolver em um conteúdo legal no futuro.

LEIA E PROCURE INSPIRAÇÃO

Qualquer coisa pode te inspirar e se tornar um tema interessante de ser abordado. Leia de tudo - livros, revistas, jornais, sites, blogs... Até textos que você já escreveu estão dentro dessa categoria. O importante é procurar ideias em outros campos. Também aproveite para observar seu cotidiano, conversar com outras pessoas... A inspiração vem de várias formas.

CRIE UMA ROTINA DE ESCRITA

Todos dizem que a prática leva à perfeição. Criar o hábito de escrever todos os dias vai te ajudar a desenvolver temas com mais facilidade. Não importa qual seja o assunto abordado, como você vai escrever, pra quem você vai mostrar... O fato é: escreva!

ESCREVA SOBRE TEMAS DIFERENTES

Precisamos sair da caixinha para evoluir. Aproveite a oportunidade para se arriscar produzindo textos sobre assuntos que jamais pensou em escrever. A criatividade pode surgir daí.

EVITE A PERFEIÇÃO

Em um momento de bloqueio criativo, o importante é retomar o hábito e escrever. Não se preocupe em florear o texto, muito menos deixa-lo perfeito. Você pode fazer ajustes depois, mas no momento é necessário colocar as palavras no papel.

Quais são as suas técnicas para superar o bloqueio criativo? Me conta!

16 de fevereiro de 2017

Diário de Viagem: Pisa


Pisa é uma pequena cidade localizada na Toscana, a poucas horas de Florença. A grande atração da cidade é a Torre de Pisa, a famosa torre inclinada. 

Quando fui? Dezembro de 2016 (inverno, 5 graus)

Quanto tempo fiquei na cidade? Aproximadamente 2 horas

Como chegar? Fui de carro partindo de Florença (aproximadamente 100km)

O QUE FAZER EM PISA?

A grande atração da cidade é a Piazza dei Miracoli, onde estão os pontos turísticos mais interessantes e que você deve conhecer. A Torre de Pisa é o cartão postal da cidade, senão da Itália! Conhecida também por Campanile de Santa Maria, a torre começou a ser construída no início do século 12 em um terreno de argila e areia. Isso explica a inclinação do edifício, que desde sempre apresentou essa particularidade. 

É possível subir na torre em um passeio que dura cerca de 30 minutos. O bilhete custa 18 euros e do topo há uma bela vista da cidade. 

Ainda na mesma praça da torre, você pode visitar a Duomo di Santa Maria Assunta, igreja principal de Pisa. Ela foi construída há quase mil anos (!) e foi dedicada à Virgem Maria. A entrada é grátis. 



TODAS AS FOTOS PRESENTES EM MEUS POSTS SOBRE VIAGENS SÃO AUTORAIS. CASO VOCÊ QUEIRA UTILIZAR ALGUMA DELAS, NÃO ESQUEÇA DE DAR OS CRÉDITOS!